Aos amigos.

Aos amigos.

Amar é sentir a sensibilidade de uma flor..

Amar é sentir a sensibilidade de uma flor..
Amar é sentir a sensibilidade de uma flor.

O meu livro.

30 de maio de 2016

Caminhando como Andarilha.

Ao longe vejo o prenuncio de uma tempestade,aves gorjeiam sons instigantes e inflados à procura dos ninhos.
O céu escurece e afronta-se com as nuvens em duelos regurgitados.
Busco compreender o tempo e a necessidade desse encontro negro desaguando sobre o mar.
Revolto,agita-se e faz perambular meu olhar ao infinito.
Sobre águas caminho como andarilha sem destino,mas tento refugiar-me desse desatino e segurar-me como âncoras para não ficar submersa nesse universo aquoso.
Um marasmo de repente se faz,e o céu amoroso começa azular,sem duelar.
As nuvens escuras escondem-se e aos poucos mostram a claridade dessa intempérie,que vagarosamente suaviza o pisar da minha passagem.
O vento ao longe emite murmúrios junto aos cânticos da suave aragem.
E assim...A tempestade 
esvaiu-se,ressurgindo um novo tempo,um novo clarear com sobrevoos das aves em suave revolutear.

Carmen Lúcia-Imagem-Google-net.

27 de maio de 2016

Versejar.

Tento versejar,mas meus lábios calam-se e sentem apenas o toque de minhas mãos em sobreposição à espera dessa paixão,para que possam ser transportados a um novo universo de duas almas em união.
Preciso recompô-los,deixando-os florir junto aos papiros escritos.
Reluto nessa modificação,pois a minha timidez recai diante dessa complexidade tão nítida entre tu e eu,fazendo-nos seus competidores diante do florescer de um amor e o de uma singela flor.
A singeleza da natureza expande-se e aflora em perpétuas juras a unificação desse sentimento escondido.
Esconde-se,para que eu possa repensar o quanto nossas juras foram compactuadas em trocas dos versos pautados. 
Um alimento para noss'almas e um aprofundamento em cada momento descrito.
Unifico-o para assim marcar os instantes inscritos nos entre meios das linhas e da conjugação do presente e futuro do verbo amar,deixados nas entrelinhas.

Carmen Lúcia-Imagem-Google-net

25 de maio de 2016

Vestes Nupciais.


Tu sabes o quanto me atrevo esperar-te em vestes feitas somente a ti.
Sumárias,mas delicadas sintetizam os desejos de mulher amada.
Talvez se fossem requintadas em transparências surtiriam efeitos sensuais,mas assim tão casuais,mostram a simplicidade de uma espera para longas noites nupciais.
Um florir de rosas ornamentais rega essa delicadeza e transformam a cena em vários atos contracenados por dois amantes amados em um novo florescer.
Sejamos mutuamente atores dessa festa,para recebermos o carinho de mãos que se entrelaçam e se procuram escondidas através dos véus dessa ínfima nudez,deixando-nos esmiuçar a cada  poro,o arrepiar quieto em silenciosa mudez.
Assim te espero...Em vestes nupciais.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.net.

23 de maio de 2016

Hipocrisia!

 Inspirações saem de Minh'alma com extrema calma,atravessam campos e mares para buscar poemas que os deixo rabiscados.
Muitas vezes tristes outros emoldurados por alegrias,mas com ousadia os transformo em sutis e suaves linhas.
Limito-me a escrever o que faz jus a minha idoneidade,dissertando palavras com veracidades feitas de próprio punho sem apropriação indébita de outras partes que a mim não foram autorizadas.
Se assim as fossem,colocaria a devida autorização aos créditos,para mais tarde não serem transformadas em débitos.
Poemas ou poesias,geralmente são de minha autoria,devidamente registrados por minhas mãos,para transportá-los a todos com primazia,sabendo que não há hipocrisia e transformação.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.

20 de maio de 2016

Principio Ativo.

Recebemos esse calor,chegando ao ápice de loucuras.
Tu me envolves ternamente e entregas teu corpo sobre a luz do sol nascente em doce noite de ternura.
Águas do rio recebem o vento que assobia sutilmente passando breve em limites transversos ao término do universo.
Libertamos esse querer em corpos desnudos e imersos.
Um batismo recebemos das águas tranquilas nos transmitindo esse balsâmico aguar de amar.
E assim...
Sentimos na pele esse arrepiar.
Escondem-se desejos em furtivos beijos.
O rio passa sorridente ao encontro da sua nascente e nos aplaude,pois ele foi o principio ativo dessa união na mais tocante paixão.
Sob águas tranquilas,uma eterna sedução.

 Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.





18 de maio de 2016

Despedida.

Enaltecido por noites dedilhadas em canções,o teclado recebe o umedecer das lágrimas de um olhar triste. 
Mãos que o acariciavam em cada toque,agora estão recolhidas e tímidas,apenas oferecem a simplicidade e o requinte da rosa.
Ela que tantas vezes fez parte dos versos em prosa,hoje chora,pois dentro de suas pétalas também sente a falta dos cânticos que a faziam florir sem prantos.
Suaves momentos embalavam nas pautas e dançavam juntas a cada nota,finalizando com os cantos entoados por sussurros contra o vento e voltavam sobre ecos e rodopios de voltas.
Cada vez mais o som apaga-se e 
despede-se.
Despede-se das noites enluaradas,dos poemas orquestrados.
O choro espalha-se sobre o chão molhado.
Em fim,o teclado cala-se,e triste vê suas notas em voos,viajando como náufragas e sendo submersas ao mar de lágrimas.

Triste...Despedida.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.

16 de maio de 2016

Reencontro de um Sublime Amor.


Sublime amor dos tempos de criança que sobre juras de amar,caminhávamos em uma doce esperança,entre relvas e ventos a soprar.
Cruzávamos os campos de mãos entrelaçadas,e corríamos ao encontro da luz que harmonizava a leveza e inocência dessa nossa paixão.
O sol iluminava nossos corpos tão frágeis,e aquecia essa união.
Hoje aqui estamos relembrando o quanto éramos tocados,e se menos fosse,
sê-lo-ia,pois a perseverança de um reencontro estaria presente mesmo sendo célere,abasteceria com o calor da luminosidade vinda das réstias solares o encontro assim previsto,e sobreviveria aquela fragilidade,que transpôs adversidades,mas ainda vive dentro de duas almas como crianças,na esperança de ser a longínqua inocente infância. 
Ah...Reencontro de um sublime amor!

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.

13 de maio de 2016

Audácia!

Meu olhar percorre a linha definindo tuas pegadas ao encontro das espumantes ondas,em um linear na fina areia.
Descubro teu vulto,e sinto um arrepiar em meus poros como se estivessem esperando o tocar de tuas mãos em minha pele.
Refrigere meu corpo,sacie dentro de Minh'alma a sede de te amar,entrega a tua para que possamos saborear em silêncio esse desejo sobre águas do mar.
Seremos perfeitos nessa viagem dentro de nós.
Nossas mãos serão livres percorrendo essa audácia que nos permite um aportar a cada limite dos desejos de uma paragem ao encontro de amar.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.

11 de maio de 2016

O Poder!

Um poder incondicional se apodera desse corpo,e o transforma por um leve sopro.
Suas linhas de expressões se contraem,e buscam a transformação.
Uma luz transmite efeitos para que sejam sorvidos aceleradamente pelas entranhas,percorrendo caminhos pela mente.
Porém,a aceleração acomoda-se com um suave toque de mãos deixando inconsciente  essa transmutação e apenas resquícios ínfimos ficam nessa fragilidade,que aos poucos e suavemente voltam ao natural,sem esse poder incondicional.
 E assim se desfaz esse efeito tão fugaz.

Carmen Lúcia-Imagem Cabschau-centerblog.

9 de maio de 2016

A entrega.

Que eu possa banhar meu corpo,suavizando-o com murmúrios das águas do mar.
Que a minha mudez se restaure,e receba esse afeto diante do manifesto da luz solar.
Que a musa flor erga-se intocável,e batize com suas pétalas a fina areia recebendo ondas em cânticos de amar.
Sussurros ecoam perdidos e se expandem aflitos,mas voltam entre ecos agradecidos pelo bálsamo da pureza e da entrega absoluta,em oração à natureza chegando 
à beira-mar.
Uma entrega,nessa imensidão para além do limite do Oceano e da linha linear.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau-centerblog.

6 de maio de 2016

Mãe,doce palavra!

Mãe,doce palavra.
O aconchego em teu corpo é sentir imenso calor ouvindo o balbuciar em cânticos de ninar.
Tu acolhes teu filho e o ensina a viver.
Mãe amada!
Mãe que doa seu amor em troca de nada.
Sublime adoração e veneração.
Mãe de qualquer raça,tu abres teus braços levando aos abraços teu filho,para que sacie a fome através dos laços de amar.
Cada lágrima dele é a dor que se instala e a leva em aflição.
Cada sorrir é a alegria entrando em tuas entranhas,pois tu vês o ser tão frágil adoçar tua vida em imensa paixão.
Oh...Mãe tenha sempre o sorriso em cada palavra.
Seja sempre Mãe em todos os sentidos,como biológica ou de coração.

Amigos,dia 8 de Maio aqui no Brasil comemoramos o dia das Mães e eu não poderia deixar passar em branco com algumas palavras escritas.
Sou Mãe a Avó e dizem que é ser Mãe duas vezes e eu me orgulho por ter uma filha que jamais se esquece em dizer:Bom dia Mãe,boa noite Mãe.

Sei que ela está passando esses ensinamentos ao seu filho.

"Amo meu neto,com todo o amor de Mãe"

Que Deus proteja a todas mamães nesse dia tão especial.

Feliz dia das Mães.

Carmen Lúcia-Imagens-Cabschau e arquivo pessoal

4 de maio de 2016

Poema Sussurrado.

Sorvo a fragrância de cada pétala.
Procuro aprofundar-me até o caule e sentir a sensibilidade vinda da terra.
Profundas raízes conseguiram deixar germinar a pureza que a mim transforma-se sem heresia,em poesia.
Preciso adormecer.
Restabelecer um rascunho da vida,transferindo essa ternura em leveza de um viver.
Limites me propõem para deixar essa tênue e sensível prova de amar e sobreviver.
Amar exalando esse aroma da cálida flor e assim adormecida retorno para uma realidade já vivida.
Quimeras deixam em meu corpo um toque singelo como a suavidade das tardes de primavera.
Uma poesia sem rimas,mas extremamente
lírica como o encanto de um poema apenas sussurrado,entre linhas deixadas em branco.
Apenas...Sussurrado...

Carmen Lúcia-Imagem Cabschau.

2 de maio de 2016

Entre meios dos Campos.

Campos floridos abrem-se em longos sorrisos,despertando em mim a sensatez de uma espera.
Pinceladas em rubor,papoulas se apresentam e oferecem a cor do amor.
Em terra adubada e fértil vivem imponentes e transmitem a esperança desejada.
Cada abrir é o sol a sorrir.
Cada fechar é a despedida e o aceno para dar passagem ao luar,no abrigo sereno de amar.
Tentei dispersar Minh'alma e 
deixá-la livre nesse paraíso,mas encabulada rejeitou e apropriou-se do meu corpo,para sentirmos o frescor vindo do campo.
Espero por ti entre os florais e a natureza.
Reabro minhas mãos e as retiro do laço,para juntá-las entre as tuas em um eterno abraço.
Que seja breve esse encontro,tornando tua chegada mais próxima à noss'almas nessa viagem percorrida pelos entre meios dos campos e da vida.

Carmen Lúcia-Imagem-Cabschau.
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Amigos

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Flores com carinho.

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